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	<title>Tags - Fetish - Eiga desu!</title>
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	<description>Cinema Oriental - Leste &#38; Sudeste Asiático</description>
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		<title>Tetsuo: O Homem de Ferro</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 01:13:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estranho, conhecido apenas como &#8220;Metal Fetishist&#8221;, é atropelado e possivelmente morto por um homem de negócios e sua namorada enquanto davam um passeio de carro. Após o acidente, o homem percebe que está sendo gradualmente afetado por um tipo de síndrome, que começa a transformar partes de seu corpo em peças de metal. Logo [&#8230;]</p>
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<p>Um estranho, conhecido apenas como &#8220;Metal Fetishist&#8221;, é atropelado e possivelmente morto por um homem de negócios e sua namorada enquanto davam um passeio de carro. Após o acidente, o homem percebe que está sendo gradualmente afetado por um tipo de síndrome, que começa a transformar partes de seu corpo em peças de metal. Logo ele descobre que seu nêmesis não está de fato morto, e que de alguma forma está por trás de sua transformação. <em>&#8211; Tetsuo: O Homem de Ferro [1989]</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">Comentários</h3>



<p>Poderia apenas dizer que não gosto desse filme, ou mesmo deixar de cita-lo nesse espaço dedicado à cinematografia asiática, contudo, Tetsuo tem sua relevância como marco inicial de uma nova era para o cinema underground ao inspirar muitos outros cineastas a seguirem o caminho da inovação e do experimentalismo, em oposição à inexpressividade e estagnação que assolavam as produções nipônicas desde a década de 70.</p>



<p>Com atuações afetadas, uma história fraca e mal acabada, embrulhada com pouco esmero num papel de presente de mau gosto recendendo à crítica social barata, esta pequena fábula cyberpunk de Tsukamoto acabou por ganhar, com o passar dos anos, uma legião de adoradores, que insistem em atribuir-lhe uma aura &#8220;cult&#8221; que talvez não mereça.</p>



<p>A história do homem de negócios que aos poucos se torna máquina, o distanciamento e o rigor com que as relações interpessoais são conduzidas e o niilismo que permeia a sociedade das grandes metrópoles com certeza são temas interessantes e de extrema relevância. No entanto, uma boa ideia não é suficiente para se fazer um bom filme.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="750" height="540" src="http://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tetsuo-02.jpg" alt="Tetsuo- Resenha do filme - Cenas" class="wp-image-655" srcset="https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tetsuo-02.jpg 750w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tetsuo-02-300x216.jpg 300w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tetsuo-02-444x320.jpg 444w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tetsuo-02-468x337.jpg 468w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tetsuo-02-600x432.jpg 600w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></div>



<p>Apesar disso, alguns pontos têm de ser aplaudidos: com menos de 30 anos na época da produção, o diretor foi, ele próprio, responsável pela criação de parte dos cenários e da caracterização de personagens, usando grande criatividade na maneira como foram realizados os efeitos práticos e também as sequências frenéticas e surreais em stop motion. A isso se somam a Fotografia e a trilha sonora que, de forma intensa, contribuem com a temática sombria e industrial do filme.</p>



<p>Talvez meus gostos pessoais me impeçam de ver certas coisas, talvez o filme seja de fato a obra de arte que muitos defendem com ardor e extremismo, talvez Tetsuo seja mesmo um pequeno grande filme e talvez Tsukamoto seja mesmo um visionário.</p>



<p>Pensando bem&#8230; talvez não.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Trailer</h3>



<div class="trailer">
			<iframe src="https://www.youtube.com/embed/o-ZHH5MIZuk?rel=0&amp;showinfo=0" width="100%" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>
		</div>



<h3 class="wp-block-heading">Ficha técnica</h3>



<ul class="ficha-tecnica wp-block-list"><li><strong>鉄男 : Tetsuo</strong></li><li>Título Literal : &#8220;Homem de Ferro&#8221;</li><li>Título Internacional: Tetsuo: Iron Man</li><li>Direção : Tsukamoto Shinya</li><li>Info: Japão, 1989 Preto e Branco – 67 min</li><li>IMDb: <a href="http://www.imdb.com/title/tt0096251/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.imdb.com/title/tt0096251/</a></li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nota</h3>



<div class="nota"><div class="meter">
				<span style="width: 30%"></span>
			</div>
			<span id="minha-nota">3.0/10</span><div id="meter-imdb" class="meter" style="width: 1%;">
  				<span id="nota-imdb" style="width: 1%;"></span>
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		<title>A Criada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 20:39:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na Coreia dos anos 1930, período de ocupação japonesa, uma nova garota é contratada como criada de uma jovem herdeira japonesa que vive isolada em uma casa de campo junto a seu tio dominador. Secretamente ela está envolvida em uma trama para roubar toda sua fortuna. &#8211; A Criada [2016] Comentários Apostando em uma elegante [&#8230;]</p>
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<p>Na Coreia dos anos 1930, período de ocupação japonesa, uma nova garota é contratada como criada de uma jovem herdeira japonesa que vive isolada em uma casa de campo junto a seu tio dominador. Secretamente ela está envolvida em uma trama para roubar toda sua fortuna. <em>&#8211; A Criada [2016]</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">Comentários</h3>



<p>Apostando em uma elegante composição de cena ao mesmo tempo em que mescla erotismo e segredo aos desvios e ambições de seus personagens, Park Chan-wook está de volta com um filme que celebra a ambiguidade, o desejo e o sentimento mais explorado pelo diretor sul coreano: a vingança.</p>



<p>A trama acompanha a tentativa de golpe de um falso conde e de sua comparsa, uma ladra apresentada como camareira a uma rica e jovem herdeira.</p>



<p>A melancólica herdeira de nome Hideko, interpretada de forma sensacional por Kim Min-he, vive com seu tio, o tirano Kouzuki (Cho Jin-woong), um colecionador de arte e negociante de livros raros com temática erótica.</p>



<p>Criada por seu tio desde a infância, Hideko foi isolada do mundo e tratada como uma simples marionete por seu sádico tutor, cuja intenção sempre fora se casar com ela para desfrutar da fortuna a que ela tinha direito.</p>



<p>É nesse contexto que aparece Fujiwara, o “conde” elegantemente interpretado por Ha Jung-woo, que habilmente começa a frequentar a casa do tio e se insinuar para Hideko. Para alcançar esse intuito ele apresenta à casa uma nova criada, Sook-hee (vivida por Kim Tae-ri) cuja tarefa é se tornar a confidente da jovem dama e facilitar o acesso a seu coração.</p>



<p>No entanto o plano pode estar ameaçado pela crescente intimidade entre Hideko e sua camareira.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="750" height="540" src="http://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02.jpg" alt="A Criada - Resenha do filme - Cenas" class="wp-image-624" srcset="https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02.jpg 750w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02-300x216.jpg 300w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02-444x320.jpg 444w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02-468x337.jpg 468w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02-600x432.jpg 600w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></div>



<p>Escrito em parceria com Jeong Seo-kyeong, a obra é inspirada no livro Fingersmith, da escritora galesa Sarah Walters, lançado em 2002 e que aborda um romance entre duas mulheres, cuja ambientação foi alterada da Londres da era vitoriana para a Coreia dos anos 30, sob ocupação japonesa.</p>



<p>Grande parte do fervor causado pelo filme em festivais e exibições, alias, é justificado pela temática erótica e pela interação sexual entre suas duas protagonistas, em cenas longas e repletas de closes que entregam o lado voyeurístico do diretor. Apesar disso, esses momentos não soam gratuitos dentro da história e são de uma plasticidade ímpar, nunca descambando para o mau gosto ou vulgaridade, apesar do teor quase explícito dos enquadramentos.</p>



<p>Park Chan-wook é um diretor virtuoso, cuja filmografia anterior é notória pelo emprego da violência e por apresentar personagens em situações limite geralmente motivados pela vingança. Em A Criada, esta violência é mais contida e sutil, apresentando-se de forma mais psicológica, apesar de algumas cenas onde somos confrontados com o lado obscuro e perverso de Kouzuki.</p>



<p>A Criada é um filme visualmente belíssimo em todos os seus aspectos, desde os figurinos e elementos cenográficos até a fotografia exuberante de Chung Chung-hoon. É também uma obra repleta de reviravoltas e suspense que prendem o espectador em seus 144 minutos de exibição.</p>



<p>Apesar das controvérsias, A Criada vem acumulando indicações e premiações pelo mundo e é mais uma recomendadíssima obra deste inventivo e corajoso diretor.</p>



<p>Ps. O título original, Agassi, é traduzido como senhorita ou dama e se refere à Hideko. Já o título internacional e também o brasileiro, A Criada, foca sua atenção na figura de Sook-hee.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Trailer</h3>



<div class="trailer">
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		</div>



<h3 class="wp-block-heading">Ficha técnica</h3>



<ul class="ficha-tecnica wp-block-list"><li><strong>아가씨: Agassi</strong></li><li>Título Literal : &#8220;A Dama&#8221;</li><li>Título Internacional: The Handmaiden</li><li>Direção : Park Chan-wook</li><li>Info: Coréia do Sul, 2016 Cor – 144 min</li><li>IMDb: <a href="http://www.imdb.com/title/tt4016934/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.imdb.com/title/tt4016934/</a></li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nota</h3>



<div class="nota"><div class="meter">
				<span style="width: 80%"></span>
			</div>
			<span id="minha-nota">8.0/10</span><div id="meter-imdb" class="meter" style="width: 1%;">
  				<span id="nota-imdb" style="width: 1%;"></span>
			</div>
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			</item>
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		<title>Ichi, O Assassino</title>
		<link>https://www.eigadesu.com.br/2018/02/19/ichi-o-assassino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 19:33:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anjo, o chefe de um grupo Yakuza, desaparece com alguns milhões de yens sem deixar pistas. Seus leais seguidores, liderados pelo sado-masoquista Kakihara, começam então uma jornada sangrenta em busca de seu mentor. Seus métodos cruéis parecem não ter limites e acabam por causar medo e receio por parte dos outros grupos Yakuza. Contudo existe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Anjo, o chefe de um grupo Yakuza, desaparece com alguns milhões de yens sem deixar pistas. Seus leais seguidores, liderados pelo sado-masoquista Kakihara, começam então uma jornada sangrenta em busca de seu mentor. Seus métodos cruéis parecem não ter limites e acabam por causar medo e receio por parte dos outros grupos Yakuza. Contudo existe algo mais para se temer: Ichi, um assassino psicopata com um passado obscuro. <em>&#8211; Ichi, O Assassino [2001]</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">Comentários</h3>



<p>Baseado no mangá de mesmo nome escrito por Yamamoto Hideo, o filme nos transporta a um cenário frequentemente visitado pelo diretor Miike Takashi: a Yakuza.</p>



<p>Nesse longa, lealdade e violência são mostradas de forma extrema, grotesca e de certa maneira cartunesca, em situações que podem incomodar mesmo os fãs do gênero que não estejam habituados às excentricidades do diretor.</p>



<p>Apesar do título, o grande destaque dessa obra é Kakihara, vivido por Asano Tadanobu em uma interpretação pitoresca e com certeza memorável. O sadismo com que conduz suas ações e sua busca pessoal pelo sofrimento pleno dão o tom ao filme e fazem dele o centro das atenções. Alias, outra coisa que chama a atenção é o figurino do personagem.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="750" height="540" src="http://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/ichi-o-assassino-02.jpg" alt="Ichi, O Assassino - Resenha do Filme - Cenas" class="wp-image-604" srcset="https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/ichi-o-assassino-02.jpg 750w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/ichi-o-assassino-02-300x216.jpg 300w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/ichi-o-assassino-02-444x320.jpg 444w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/ichi-o-assassino-02-468x337.jpg 468w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/ichi-o-assassino-02-600x432.jpg 600w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></div>



<p>A trama segue pautada na busca pelo paradeiro do chefe Anjo, causa de tanta brutalidade para se conseguir informações, e também pelas maquinações do manipulador Jijii(Tsukamoto Shinya), que é a mente por trás de Ichi e de todo o caos que assola os clãs Yakuza.</p>



<p>O filme é de alguma maneira reticente ao não mostrar as reais intenções de Jijii o que torna alguns trechos obscuros e sujeitos à livre interpretação do público. O uso de flash-backs também não serve para elucidar esses trechos, visto que, no filme, mesmo as memórias são passíveis de manipulação.</p>



<p>Contudo, numa obra como esta, o espectador não deve esperar por tudo mastigado, afinal, o cinema de Miike é assim: provocativo e bizarro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Trailer</h3>



<div class="trailer">
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		</div>



<h3 class="wp-block-heading">Ficha técnica</h3>



<ul class="ficha-tecnica wp-block-list"><li><strong>殺し屋1 : Koroshiya Ichi</strong></li><li>Título Literal : &#8220;Assassino 1&#8221;</li><li>Título Internacional:&nbsp;Ichi, The Killer</li><li>Direção : Miike Takashi</li><li>Info: Japão, 2001 Cor – 129 min</li><li>IMDb: <a href="http://www.imdb.com/title/tt0296042/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.imdb.com/title/tt0296042/</a></li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nota</h3>



<div class="nota"><div class="meter">
				<span style="width: 70%"></span>
			</div>
			<span id="minha-nota">7.0/10</span><div id="meter-imdb" class="meter" style="width: 1%;">
  				<span id="nota-imdb" style="width: 1%;"></span>
			</div>
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<p>O post <a href="https://www.eigadesu.com.br/2018/02/19/ichi-o-assassino/">Ichi, O Assassino</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.eigadesu.com.br">Eiga desu!</a>.</p>
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		<title>Rubber&#8217;s Lover</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2018 01:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Cyberpunk]]></category>
		<category><![CDATA[Experimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fetish]]></category>
		<category><![CDATA[Gore]]></category>
		<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Poder Psíquico]]></category>
		<category><![CDATA[Surrealismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tortura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Laboratório realiza clandestinamente experimentos em seres humanos a fim de desenvolver poderes psíquicos. Quando a corporação que financia o projeto ameaça encerrá-lo por falta de resultados, dois cientistas tomam atitudes drásticas em uma última tentativa de sucesso. &#8211;&#160;Rubber&#8217;s Lover [1996] Comentários Filmado em preto e branco em uma estética que utiliza alto contraste entre luz [&#8230;]</p>
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<p>Laboratório realiza clandestinamente experimentos em seres humanos a fim de desenvolver poderes psíquicos. Quando a corporação que financia o projeto ameaça encerrá-lo por falta de resultados, dois cientistas tomam atitudes drásticas em uma última tentativa de sucesso. <em>&#8211;&nbsp;Rubber&#8217;s Lover [1996]</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">Comentários</h3>



<p>Filmado em preto e branco em uma estética que utiliza alto contraste entre luz e sombra, Rubber&#8217;s Lover explora em seus 91 minutos uma seleção de imagens grotescas, uma trilha sonora perturbadora, juntamente com atuações que beiram a insanidade e estabelecem o filme como um expoente dentro da temática cyberpunk japonesa.</p>



<p>Por si só, isso já deve afastar grande parte do público, mesmo aqueles afeitos à ficção científica e ao horror. Porém, para os amantes de cinema extremo e experimental, a obra se sobressai como um dos mais inventivos filmes do gênero.</p>



<p>O enredo, apesar de simples, levanta questões sobre os limites da ciência, da ética e da sociedade além de trazer algumas sequências particularmente crípticas, que acabam por contribuir com o clima de estranheza que permeia cada momento do longa. Na trama, cobaias humanas são submetidas a experimentos onde a angústia mental deve exceder a tolerância física, para que o cérebro manifeste um poder psíquico latente.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="540" src="http://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/rubbers-lover-02.jpg" alt="Rubber's Lover - Resenha do filme - Cenas" class="wp-image-516" srcset="https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/rubbers-lover-02.jpg 750w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/rubbers-lover-02-300x216.jpg 300w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/rubbers-lover-02-444x320.jpg 444w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/rubbers-lover-02-468x337.jpg 468w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/rubbers-lover-02-600x432.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></div>



<p>Alguns momentos evocam comparações com o clássico de Cronenberg, Scanners, mas Rubber’s Lover é construído de forma perturbadora e peculiar, principalmente na questão estética e sonora. Com cenas de estupro, tortura e sofrimento, o filme incomoda não só por ser gráfico demais nesses momentos, mas também pelos gritos e berros lancinantes que ecoam por quase toda a exibição.</p>



<p>Com mais pros do que contras, este é um filme essencial para aqueles que desejam conhecer mais desse sub-gênero japonês, onde o homem moderno é assolado pela frieza da sociedade, por um corporativismo opressor e por pesadelos de um mundo industrial e cibernético, em que, não raro, o próprio homem acaba por se transformar em algo pior do que seus sonhos mais obscuros.</p>



<p>Invariáveis comparações com <a href="http://www.eigadesu.com.br/2018/02/28/tetsuo-o-homem-de-ferro/">Tetsuo – O Homem de Ferro</a>, outro título de mesma temática, &nbsp;são frequentes. Contudo a tão aclamada (ou deveria dizer fraca e mal elaborada?) obra de Tsukamoto Shinya não se compara à vibrante e aterradora gema extraída da mente de Fukui.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Trailer</h3>



<div class="trailer">
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		</div>



<h3 class="wp-block-heading">Ficha técnica</h3>



<ul class="ficha-tecnica wp-block-list"><li><strong>ラバーズ・ラヴァー : Rabaazu Ravaa</strong></li><li>Título Literal : &#8220;Amante de Borracha&#8221;</li><li>Título Internacional: Rubber&#8217;s Lover</li><li>Direção : Fukui Shozin</li><li>Info: Japão, 1996 Preto e Branco – 91 min</li><li>IMDb: <a href="http://www.imdb.com/title/tt0227408/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.imdb.com/title/tt0227408/</a></li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nota</h3>



<div class="nota"><div class="meter">
				<span style="width: 70%"></span>
			</div>
			<span id="minha-nota">7.0/10</span><div id="meter-imdb" class="meter" style="width: 1%;">
  				<span id="nota-imdb" style="width: 1%;"></span>
			</div>
			<span class="imdbRatingPlugin" data-user="ur1586182" data-title="tt0227408" data-style="p4">
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			</script>
		<span class="nota-total">7/10</span></div>
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