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	<title>Tags - Literatura - Eiga desu!</title>
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	<description>Cinema Oriental - Leste &#38; Sudeste Asiático</description>
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		<title>Redescobrindo Yukio Mishima: Cinema, Literatura e Performance</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2018 19:34:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mostras e Exibições]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mishima Yukio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cinemateca Brasileira, em parceria com a FUNDAÇÃO JAPÃO e o Consulado Geral do Japão em São Paulo apresenta a mostra Redescobrindo Yukio Mishima. O evento conta com uma mostra de filmes, apresentações, palestras e uma performance de butô. Yukio Mishima foi um dos maiores escritores do século XX. Nascido em Tóquio em 1925, Mishima alcançou grande [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cinemateca Brasileira, em parceria com a FUNDAÇÃO JAPÃO e o Consulado Geral do Japão em São Paulo apresenta a mostra Redescobrindo Yukio Mishima. O evento conta com uma mostra de filmes, apresentações, palestras e uma performance de butô.</p>
<p>Yukio Mishima foi um dos maiores escritores do século XX. Nascido em Tóquio em 1925, Mishima alcançou grande sucesso literário aos 24 anos, com a publicação de “Confissões de uma máscara”, romance de tom biográfico sobre um jovem que se apaixona platonicamente por um colega mais velho. Em seguida, romances como “Cores proibidas”, “O Templo do Pavilhão Dourado” e “O marinheiro que perdeu as graças do mar” consolidaram seu prestígio.</p>
<p>Profundamente interessado por artes marciais, Mishima se junta a outros praticantes para formar o “Tatenokai” (Sociedade da Armadura), entidade comandada por ele, dedicada aos valores tradicionais japoneses e ao culto ao imperador. Em 1970, acompanhado por membros do grupo, Mishima rende o comandante do Quartel General das Forças de Autodefesa Japonesas em Tóquio, numa tentativa de persuadir os soldados a restituírem os poderes ao Imperador Shōwa. Comprometido com o “Bushido” (o código de conduta samurai), Mishima comete o ritual suicida “seppuku”, diante de seus companheiros. À época, acabara de concluir sua tetralogia “O mar da fertilidade”.</p>
<p>Sua obra, de forte teor homoerótico, é permeada pelo embate entre as tradições culturais e a vida moderna no Japão. Por três vezes, concorreu ao Prêmio Nobel de Literatura. Teve diversas obras traduzidas e publicadas no Brasil durante a década de 1980.</p>
<p>Mishima teve diversas obras adaptadas para o cinema, e trabalhou como ator em filmes como O homem do vento cortante (Karakkazeyarô, からっ風野郎）, dirigido por Yasuzô Masumura, e que será apresentado na abertura da Mostra. A programação exibe algumas destas adaptações em cópias nos formatos 16mm e 35mm, como Conflagração (Enjô, 炎上), de Kon Ichikawa; O equívoco da virtude (Bitoku no yoromeki, 美徳のよろめき), de Kô Nakahira; Mar inquieto (Shiosai, 潮騒), de Senkichi Taniguchi, entre outros títulos. Como complemento à reflexão destes filmes, a Profª Drª Makiko Kitani (Universidade Doshisha) e o Prof. Dr. Kin&#8217;ya Sugiyama (Universidade Kanazawa) apresentarão a sessão de Neve de primavera (Haru no yuki,春の雪) , dirigido por Isao Yukisada. E, após a exibição, a professora Kitani ministrará a palestra Yukio Mishima &#8211; às vésperas dos 50 anos de sua morte, com comentários do Prof. Dr. Andrei Cunha (UFRGS).</p>
<p>A programação apresenta também uma performance de butô, livremente inspirada em Sol e aço, uma das obras finais de Mishima, que será apresentada pela coreógrafa, dançarina de butô e performer Emilie Sugai. E ainda, Davi Vassalão e Thainá Garcia, pesquisadores do Centro de Estudos Japoneses da Universidade de São Paulo, coordenarão uma Roda de leitura em torno das obras “Confissões de uma máscara” e “Neve de primavera”.</p>
<p>Toda a programação tem entrada gratuita. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão, sujeito à lotação da sala.</p>
<p>Para mais informações acesse o site da <a href="http://fjsp.org.br/agenda/atividades-redescobrindo-yukio-mishima/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Japão</a>.</p>
<h3>Programação (Cinema)</h3>
<p><strong>O HOMEM DO VENTO CORTANTE </strong>(Karakkazeyarô, からっ風野郎), de Yasuzô Masumura<br />
09.08 | Quinta | 20h   •   12.08 | Domingo | 20h</p>
<p><strong>KEN: A ESPADA</strong> (KEN, 剣), de Kenji Misumi<br />
10.08 | Sexta | 18h</p>
<p><strong>CONFLAGRAÇÃO</strong> (Enjô, 炎上), de Kon Ichikawa<br />
10.08 | Sexta | 20h   •   19.08 | Domingo | 18h</p>
<p><strong>MAR INQUIETO</strong> (Shiosai, 潮騒), de Senkichi Taniguchi<br />
11.08 | Sábado | 20h   •   16.08 | Quinta | 18h</p>
<p><strong>O TEMPLO DO PAVILHÃO DOURADO</strong> (Kinkakuji, 金閣寺), de Yôichi Takabayashi<br />
11.08 | Sábado | 17h   •   19.08 | Domingo | 20h</p>
<p><strong>O EQUÍVOCO DA VIRTUDE</strong> (Bitoku no yoromeki, 美徳のよろめき), de Kô Nakahira<br />
12.08 | Domingo | 18h   •   16.08 | Quinta | 20h</p>
<p><strong>NEVE DE PRIMAVERA</strong> (Haru no yuki, 春の雪), de Isao Yukisada<br />
18.08 | Sábado | 17h</p>
<h3>Rodas de Leitura</h3>
<p><strong>“Confissões de uma máscara” e “Neve de Primavera”</strong>, de Yukio Mishima<br />
<strong>Data:</strong> Sexta-feira, 10 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> das 20h às 22h<br />
<strong>Local:</strong> Sala Multimídia da Casa de Cultura Japonesa, USP<br />
(30 vagas, necessário retirar senha uma hora antes do evento. Leitores de outros livros do autor são bem-vindos.)</p>
<p><strong>“Confissões de uma máscara” e “Neve de Primavera”</strong>, de Yukio Mishima<br />
<strong>Data:</strong> Sábado, 11 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> das 15h às 16h30<br />
<strong>Local:</strong> Cinemateca Brasileira<br />
(Necessário retirar senha uma hora antes do evento. Sujeito à lotação da sala. Leitores de outros livros do autor são bem-vindos.)</p>
<h3>Palestras</h3>
<p><strong>“Yukio Mishima – às vésperas dos 50 anos de sua morte”</strong>, palestra da Profa. Dra. Makiko Kitani, com comentários do Prof. Dr. Andrei Cunha (Com participação do Prof. Dr. Kin’ya Sugiyama, que ao lado da Profa. Kitani comentará pontos importantes antes da exibição de Neve de Primavera)<br />
<strong>Data:</strong> Sábado, 18 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> 17h<br />
<strong>Local:</strong> Cinemateca Brasileira<br />
(Necessário retirar senha uma hora antes do evento. Sujeito à lotação da sala.)</p>
<p><strong>“Yukio Mishima – o Kabuki, a Era Meiji e o Brasil”</strong>, com a Profa. Dra. Makiko Kitani<br />
<strong>Data:</strong> Quarta-feira, 22 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> 19h<br />
<strong>Local:</strong> Japan House<br />
(Necessário retirar senha uma hora antes do evento. Sujeito à lotação da sala.)</p>
<p><strong>“Confissões de uma Máscara e o mar”</strong>, com Prof. Dr. Kin’ya Sugiyama e comentários da Profa. Dra. Makiko Kitani<br />
<strong>Data:</strong> Quinta-feira, 23 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> 19h30<br />
<strong>Local:</strong> Sala Multimídia da Casa de Cultura Japonesa, USP<br />
(50 vagas, necessário retirar senha uma hora antes do evento.)</p>
<h3>Performance de Butô</h3>
<p>Sol e Aço, com Emilie Sugai<u><br />
</u><strong>Data:</strong> Sábado, 11 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> 19h<br />
<strong>Local:</strong> Foyer da Sala BNDES, Cinemateca Brasileira</p>
<h3>Serviço</h3>
<ul class="ficha-tecnica">
<li><strong>Redescobrindo Yukio Mishima</strong></li>
<li>Quando : 9 a 19 de agosto de 2018</li>
<li>Ingressos: Gratuito</li>
<li>Contato: (11) 3512-6111</li>
<li>Onde:  Cinemateca Brasileira – Sala Petrobrás (104 lugares)</li>
<li>Endereço: Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino &#8211; São Paulo/SP</li>
<li>Site: <a href="http://www.cinemateca.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.cinemateca.gov.br</a></li>
</ul>
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		<title>A Criada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 20:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Fetish]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Coreia dos anos 1930, período de ocupação japonesa, uma nova garota é contratada como criada de uma jovem herdeira japonesa que vive isolada em uma casa de campo junto a seu tio dominador. Secretamente ela está envolvida em uma trama para roubar toda sua fortuna. &#8211; A Criada [2016] Comentários Apostando em uma elegante [&#8230;]</p>
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<p>Na Coreia dos anos 1930, período de ocupação japonesa, uma nova garota é contratada como criada de uma jovem herdeira japonesa que vive isolada em uma casa de campo junto a seu tio dominador. Secretamente ela está envolvida em uma trama para roubar toda sua fortuna. <em>&#8211; A Criada [2016]</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">Comentários</h3>



<p>Apostando em uma elegante composição de cena ao mesmo tempo em que mescla erotismo e segredo aos desvios e ambições de seus personagens, Park Chan-wook está de volta com um filme que celebra a ambiguidade, o desejo e o sentimento mais explorado pelo diretor sul coreano: a vingança.</p>



<p>A trama acompanha a tentativa de golpe de um falso conde e de sua comparsa, uma ladra apresentada como camareira a uma rica e jovem herdeira.</p>



<p>A melancólica herdeira de nome Hideko, interpretada de forma sensacional por Kim Min-he, vive com seu tio, o tirano Kouzuki (Cho Jin-woong), um colecionador de arte e negociante de livros raros com temática erótica.</p>



<p>Criada por seu tio desde a infância, Hideko foi isolada do mundo e tratada como uma simples marionete por seu sádico tutor, cuja intenção sempre fora se casar com ela para desfrutar da fortuna a que ela tinha direito.</p>



<p>É nesse contexto que aparece Fujiwara, o “conde” elegantemente interpretado por Ha Jung-woo, que habilmente começa a frequentar a casa do tio e se insinuar para Hideko. Para alcançar esse intuito ele apresenta à casa uma nova criada, Sook-hee (vivida por Kim Tae-ri) cuja tarefa é se tornar a confidente da jovem dama e facilitar o acesso a seu coração.</p>



<p>No entanto o plano pode estar ameaçado pela crescente intimidade entre Hideko e sua camareira.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="750" height="540" src="http://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02.jpg" alt="A Criada - Resenha do filme - Cenas" class="wp-image-624" srcset="https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02.jpg 750w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02-300x216.jpg 300w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02-444x320.jpg 444w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02-468x337.jpg 468w, https://www.eigadesu.com.br/wp-content/uploads/2018/02/a-criada-02-600x432.jpg 600w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></div>



<p>Escrito em parceria com Jeong Seo-kyeong, a obra é inspirada no livro Fingersmith, da escritora galesa Sarah Walters, lançado em 2002 e que aborda um romance entre duas mulheres, cuja ambientação foi alterada da Londres da era vitoriana para a Coreia dos anos 30, sob ocupação japonesa.</p>



<p>Grande parte do fervor causado pelo filme em festivais e exibições, alias, é justificado pela temática erótica e pela interação sexual entre suas duas protagonistas, em cenas longas e repletas de closes que entregam o lado voyeurístico do diretor. Apesar disso, esses momentos não soam gratuitos dentro da história e são de uma plasticidade ímpar, nunca descambando para o mau gosto ou vulgaridade, apesar do teor quase explícito dos enquadramentos.</p>



<p>Park Chan-wook é um diretor virtuoso, cuja filmografia anterior é notória pelo emprego da violência e por apresentar personagens em situações limite geralmente motivados pela vingança. Em A Criada, esta violência é mais contida e sutil, apresentando-se de forma mais psicológica, apesar de algumas cenas onde somos confrontados com o lado obscuro e perverso de Kouzuki.</p>



<p>A Criada é um filme visualmente belíssimo em todos os seus aspectos, desde os figurinos e elementos cenográficos até a fotografia exuberante de Chung Chung-hoon. É também uma obra repleta de reviravoltas e suspense que prendem o espectador em seus 144 minutos de exibição.</p>



<p>Apesar das controvérsias, A Criada vem acumulando indicações e premiações pelo mundo e é mais uma recomendadíssima obra deste inventivo e corajoso diretor.</p>



<p>Ps. O título original, Agassi, é traduzido como senhorita ou dama e se refere à Hideko. Já o título internacional e também o brasileiro, A Criada, foca sua atenção na figura de Sook-hee.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Trailer</h3>



<div class="trailer">
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		</div>



<h3 class="wp-block-heading">Ficha técnica</h3>



<ul class="ficha-tecnica wp-block-list"><li><strong>아가씨: Agassi</strong></li><li>Título Literal : &#8220;A Dama&#8221;</li><li>Título Internacional: The Handmaiden</li><li>Direção : Park Chan-wook</li><li>Info: Coréia do Sul, 2016 Cor – 144 min</li><li>IMDb: <a href="http://www.imdb.com/title/tt4016934/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.imdb.com/title/tt4016934/</a></li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nota</h3>



<div class="nota"><div class="meter">
				<span style="width: 80%"></span>
			</div>
			<span id="minha-nota">8.0/10</span><div id="meter-imdb" class="meter" style="width: 1%;">
  				<span id="nota-imdb" style="width: 1%;"></span>
			</div>
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		<span class="nota-total">8/10</span></div>
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